ONG O.P.A.A


ONG O.P.A.A

Uma pergunta que atormenta as pessoas que amam os animais, em especial as ONGs, diz respeito aos motivos que levam as pessoas a abandonarem seus animais de estimação.

 Pesquisas recentes revelam que a principal causa do abandono é a reprodução indesejada dos animais, mas some-se a isto, o nascimento de um filho, mudança de residência, doenças na família, velhice do animal, as justificativas são variadas. Infelizmente, muitas pessoas pensam que a responsabilidade pelo cuidado com os animais pertence tão somente ao Poder Público, que deve manter um local para abrigar os animais abandonados ou vítimas de maus tratos.

Ocorre que estes locais, denominados canil, consistem em um depósito de animais doentes, que geralmente morrem em virtude de suas mazelas ou são sacrificados para manter a população canina em um nível “aceitável”. 

A questão demanda acima de tudo investimentos em educação e conscientização da população para adotar medidas práticas que diminuem a reprodução indesejada de animais.

A maneira mais eficaz para reduzir o número de animais abandonados é realizar a castração, em especial de fêmeas, medida que tem efeito a curto e longo prazo. Um animal castrado vive por mais tempo, tem menor risco de incidência de câncer, reduz brigas e disputas por território entre os machos e a fêmea não sofre com o cio.  

A Organização de Proteção dos Animais determinada em diminuir drasticamente o número de animais abandonados e vítimas de maus tratos em Alegrete firmou convênio com algumas clínicas veterinárias - devidamente autorizado pelo Conselho de Medicina Veterinária de Porto Alegre - com objetivo de incentivar a castração.

O procedimento é realizado com valor abaixo daquele previsto na tabela profissional, sendo que nos casos de animais abandonados a O.P.A.A suporta os custos da castração, dependendo do orçamento mensal, tendo em vista que necessita da arrecadação das mensalidades dos sócios. É de suma importância para a continuidade do trabalho realizado pela O.P.A.A que a sociedade e os órgãos públicos se conscientize da gravidade e extensão do problema, bem como que este só pode ser amenizado com a participação e união efetiva de todos.

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22 dez 2016


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